Dinâmicas e brincadeiras
para promover encontros

Um acervo vivo de jogos, dinâmicas e experiências coletivas para promover encontros mais humanos.

⌘K
Escolas públicasCentros culturaisCompanhias teatraisONGs e coletivosUniversidadesCasas de culturaEnsino popularFestivaisEducação infantilEscolas públicasCentros culturaisCompanhias teatraisONGs e coletivosUniversidadesCasas de culturaEnsino popularFestivaisEducação infantil
03 / 07Manifesto

Brincar também
é uma forma
de construir
conhecimento.

Brincar é estar presente. É a tecnologia mais antiga de fazer aparecer a inteligência coletiva — aquela que se manifesta quando corpos, vozes e histórias entram em contato sem mediação de telas.

Pensamos esta plataforma como um acervo aberto: um repositório de práticas que vêm da pedagogia popular, do teatro, da escola, do terreiro, da rua. Cada brincadeira aqui passou pelas mãos de quem facilita encontros.

Em tempos de isolamento digital excessivo, voltar à roda é um gesto político. Manter vivas estas tradições é preservar formas de aprender que não dependem de algoritmos para acontecer.

— comunidade Brincaderia
Documento aberto · contribua →
04 / 07Como funciona

Cinco gestos
para manter a roda
em movimento.

roda · escuta · cooperação
Estátuas de Boal
Roda dos Nomes
Sim, e…
passo 01 de 05
05 / 07Comunidade

Uma comunidade
que mantém o
brincar vivo.

Educadoras populares, mediadoras culturais, diretores de teatro, facilitadoras e brincantes de todo o país. Cada brincadeira deste acervo chegou aqui pelas mãos de alguém que a praticou.

Quem está contribuindo agora
ver todas →
LM
Lia Mendonça
Educadora popular · Recife
23 brincadeiras
BF
Bento Ferraz
Diretor de teatro · São Paulo
18 brincadeiras
AC
Aisha Camará
Arte-educadora · Salvador
31 brincadeiras
TI
Tomás Iguatu
Facilitador · Belém
14 brincadeiras
MS
Marina Sol
Pedagoga · Porto Alegre
27 brincadeiras
Histórias da roda
Adaptei a Roda dos Nomes para uma turma de adultos no EJA. Em quinze minutos, gente que nunca tinha conversado estava rindo junta.
MS
Marina Sol
Escola pública, Porto Alegre
06 / 07Educação · Cultura · Teatro
nas raízes

Brincaderia
dialoga com
uma tradição.

Educação participativa, teatro do oprimido, improvisação, pedagogia popular, mediação cultural. Cada brincadeira deste acervo carrega gerações de prática coletiva — e nós damos crédito a quem veio antes.

Leituras de cabeceira
Augusto Boal
Jogos para Atores e Não-Atores
1998
Paulo Freire
Pedagogia da Autonomia
1996
Viola Spolin
Improvisação para o Teatro
1963
Bell Hooks
Ensinando a Transgredir
1994
I

Educação popular

A pedagogia que nasce com Paulo Freire entende que ninguém educa ninguém: as pessoas se educam em comunhão. O brincar é uma das tecnologias mais poderosas dessa educação dialógica.

Educar é um ato de amor, por isso, um ato de coragem.
Paulo Freire
II

Teatro como linguagem

Boal, Spolin, Stanislavski. O jogo teatral não é uma técnica para atores: é uma maneira de tornar visíveis as relações invisíveis que nos atravessam — e, juntos, ensaiar transformá-las.

Teatro é um ensaio para a revolução.
Augusto Boal
III

Inteligência coletiva

Quando um grupo brinca, ele constrói uma inteligência que não pertence a ninguém em particular. É essa inteligência distribuída que sustenta culturas, comunidades e movimentos.

Sozinho ando rápido, juntos vamos longe.
provérbio popular
IV

Facilitação como ofício

Conduzir uma roda é um ofício antigo e específico. Requer escuta, tempo, leitura do grupo, capacidade de transformar tensão em movimento. Brincaderia também é um espaço de formação para quem facilita.

Quem facilita não está no centro: está no chão da roda.
manifesto Brincaderia
07 / 07 · Convite

Na próxima roda,
leve uma nova brincadeira.

O acervo é aberto, gratuito e mantido por gente que acredita que o brincar é uma forma séria de cuidado coletivo.